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Mostrando postagens de Outubro, 2010

Aleatório.

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Já quis escrever sobre tudo. Meu conhecimento não é suficiente para saciar minha vontade.
Então escrevo o que você vê por aqui, coisas aleatórias sobre mim, ou não. Músicas, poemas, pensamentos... alguma coisa surgida em um momento de embriaguez... alguma coisa surgida de uma decepção... qualquer coisa que me apeteça. Se bem que nem tudo me agrada, e mesmo assim escrevo. Tento. Invento também.
Hoje queria escrever sobre felicidade, a utopia da ventura plena, de que isso é tudo que qualquer pessoa sonha, almeja, deseja, quer... adoro redundâncias...
Queria falar daquelas pessoas que acreditam que tudo é lindo, que a tristeza é só um espelho embaçado, que a vida pode ser do jeito que nós quisermos, linda e colorida... com fortes traços alaranjados e girassóís espalhados pelo quintal. Com risos pregados em cada parede, com abraços dados em cada esquina, com confiança naquela que diz ser sua amiga, com sentimentos fiéis, sentimentos verdadeiros e para sempre.
Ah, como eu gostaria de fala…

Noite.

Pele. Cheiro. Braço. Abraço. Boca. Beijo. Dentes. Mordida. Roupa. Chão. Força. Empurrão. Cama. Mão. Cabelo. Corpo. Rosto. Peito. Beijo. Barriga. Virilha. Língua. Coxa. Perna. Massagem. Palavras. Luz. Gaveta. Preservativo. Pausa. Movimentos. Abraço. Unha. Costa. Gemidos. Música. Beijo. Promessas. Posições. Pausa. Banheiro. Ducha. Quarto. Cama. Abraço. Dormir.
- Eu estou bem!
- Defina "bem".
- Bem... instável, insegura, neurótica, decepcionada...
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‘Além disso, sou terrivelmente instável e entender as minhas reações é coisa que às vezes nem eu mesmo consigo.
Não posso mentir a você, não quero. Mas por favor não fantasie, menina, não seja demasiado adolescente. Como eu te escrevi várias vezes, é no nosso encontro, cara a cara, olho a olho, que as coisas vão se definir. Veja se você consegue separar o sonho da realidade. Anel, por exemplo, é um sonho. É um sonho que trago comigo há muito tempo e que comuniquei a você — e que não é hora ainda de ser realidade, porque não tenho absolutamente nada além da minha cuca — você me entende?
Menina, menina, tenho uma ternura enorme por você — e para mim é muito difícil isolar essa ternura da razão, quando te escrevo. Como fiz agora. Talvez tenha te parecido duro ou demasiado frio. Mas acho, honestamente, que você não deve se arriscar a ter uma tremenda decepção, depois de um ano inteiro de sonhos. Nós vamos nos ver, nós vamos conversar, sair juntos, provavelmente nos tocar — e de repente tu…